Morta a tiros, “Diaba Loira” tinha 70 mil seguidores nas redes sociais

A mulher foi morta na noite de quinta (14/8) em um suposto confronto entre criminosos do Comando Vermelho (CV) e Terceiro Comando Puro (TCP)

16/08/2025

Morta a tiros, “Diaba Loira” tinha 70 mil seguidores nas redes sociais
Eweline Passos Rodrigues (foto em destaque), a traficante de 28 anos mais conhecida como “Diaba Loira”, morta a tiros na quinta-feira (13/8), em Cascadura, na Zona Norte do Rio de Janeiro (RJ), acumulava milhares de seguidores nas redes sociais.
Procurada por envolvimento com o tráfico e organização criminosa, ela era acompanhada por quase 70 mil seguidores somente em um perfil nas redes sociais.

Desertora do Comando Vermelho (CV) e recém-aliada ao Terceiro Comando Puro (TCP), ela costumava publicar fotos e vídeos ostentando armamentos de grosso calibre, além de vídeos com recados aos seus rivais.

Dias antes de ser morta, “Diaba Loira” havia postado uma frase polêmica na internet: “Não me entrego viva, só saio no caixão”.

A traficante ganhou notoriedade não só por ostentar os fuzis, mas por desafiar, constantemente, inimigos e as forças de segurança.

De vítima a criminosa

Antes de entrar para o mundo do crime, em meados de 2022, a mulher vivia em Santa Catarina (SC), estado em que nasceu, era casada e publicava momentos ao lado do esposo e de seus dois filhos.

No entanto, sua rotina foi completamente modificada após sofrer uma tentativa de feminicídio e fugir para o Rio de Janeiro (RJ). Em solo fluminense, a mulher se aliou ao Comando Vermelho (CV) e passou a viver do tráfico de drogas.

Recentemente, ela havia deixado o CV e passado a integrar o Terceiro Comando Puro (TCP), facção rival.